A Tagaté teve sua fundação nos ideais de Nara e Michelli, que são irmãs, no desejo de criar algo que proporcione bem-estar. Nara é massoterapeuta, gravurista, arte educadora e especializada em educação especial e inclusiva, enquanto Michelli é farmacêutica bioquímica, mestre em ciências farmacêuticas e doutora em medicina interna.
Bom, já temos uma ideia de como a Tagaté trabalha: de um lado, a parte técnica, que traz em seu repertório os estudos e produções necessárias para criação de produtos, do outro, a parte experimental, de produção, criatividade e inovação. Com uma linha de velas de massagem, velas aromáticas, sabonetes, incensos, banhos de ervas e sprays para casa e carro, trazendo um lado até considerado místico em seus produtos, a empresa trabalhava com ervas, óleos essenciais e ceras hidratantes, criada com a missão de trazer produtos artesanais que ‘proporcionem momentos de carinho, autocuidado e prazer para quem os consuma’, segundo a criadora da marca, Nara.
Pois bem, sou publicitário formado, com experiência em agências, estudante de linguística e UX Writer, e amigo de Nara, que me chamou (para um café) com a ideia de cuidar do Instagram da marca. E eu aceitei.
O primeiro ponto para a construção das postagens foi entender como é o mercado. Com isso, analisei três contas do Instagram que estão no mesmo mercado que a Tagaté, para entender como eram feitas as postagens de maneira visual. Segue a minha primeira avaliação das três contas, sem nomes, com os seguintes apontamentos: